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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Todos diferentes, todos iguais

© Jamie Nelson
© Jamie Nelson

Como uma grande percentagem da população mundial, gosto de observar pessoas desconhecidas. Não do género de estar sentada numa esplanada a ver os trapos e sapatos de quem passa, mas quando ando de transportes públicos, por exemplo, e ouço as conversas ou simplesmente imagino traços de personalidade e vidas por detrás da capa no casal da mesa ao lado. Curiosamente, no outro dia li algures num blog, uma pessoa a relatar que, por vezes, dá com ela a imaginar toda a gente que tem cabelo comprido, com cabelo curto. Uma coisa ridícula, bem sei, mas eu sempre adorei fazer isso e aquilo ficou-me gravado por achar que era uma coisa que só eu fazia. Mais uma vez, a prova de que até em coisas tão estúpidas como imaginar uma pessoa com cabelo curto, a humanidade é tão semelhante. Todos nós fazemos coisas sem lógica para dar azo à nossa imaginação ou porque simplesmente nos diverte. A verdade é que somos todos muito mais parecidos do que queremos crer. E por isso, muitas vezes, arrisco-me a analisar determinado comportamento de alguém em conversa, com a minha psicologia barata. Não é muito difícil entrar na mente do vizinho, basta ir buscar as nossas próprias vivências e adaptá-las. Um dia destes, ainda vou descobrir a receita para viver a vida em pleno, porque esta coisa de perceber a mente humana fascina-me. É que os ingredientes estão todos cá dentro e dentro de toda a gente, muitas vezes só nos falta saber misturá-los.

sábado, 24 de dezembro de 2011


Merry Christmas Mr. Lawrence, Ryuichi Sakamoto 

Neste Natal só queria que uma das pessoas mais importantes da minha vida estivesse bem de saúde. Nesta quadra, que é da família, não peço mais nada, a não ser muita saúde para os meus, porque com ela tudo é possível. E acreditem que não vale a pena grandes chatices, principalmente com as pessoas de quem gostamos e com as situações sem verdadeira relevância do dia-a-dia, porque no final de contas hoje estamos bem e amanhã não sabemos. É uma pena que nem sempre nos lembremos disto.
Então é isso, desejo-vos a todos uma saúde de ferro e que aproveitem cada momento como se fosse o último. Ah! e em 2012 tentem ser pessoas melhores e não deixem de dizer e mostrar aos que importam o seu significado. Boas festas e um novo ano muito feliz!

sábado, 29 de outubro de 2011

Adivinha-se uma semana loooonga

Rianne ten Haken by Philip Riches for Avant Garde Magazine surfrianne8
Rianne ten Haken by Philip Riches

Eu estava habituada a lidar com a distância. Tudo certinho, muito bem, é a vida dos corações que palpitam por quem não pode estar perto a qualquer instante. Até ao momento em que o tive todos os dias. O hábito em lidar com a distância, transformou-se na dependência de estar sempre junto. E agora vai assim uma semana para Marrocos numa surf trip com os amigos. Eu aqui fico. Sozinha. Triste. Com saudades.

P.S. Espero que valha muito a pena e que apanhes as melhores ondinhas *

sexta-feira, 29 de julho de 2011

As luzes da ribalta só quando eu quero

karolina kurkova
Karolina Kurkova

Eu gosto que me deixem em paz, que me ignorem até. Gosto de estar sentada à mesa com a família e que me permitam estar deliciada a ouvir as conversas. Fico extremamente constrangida quando tenho todos os olhos postos em mim e não é só quando estou em território desconhecido. Nunca gostei de ser o tema principal e não gosto das luzes da ribalta voltadas para mim.
Depois há a outra face da moeda. Não me considero uma pessoa totalmente tímida. Um bicho-do-buraco, como caracteriza a minha mãe as pessoas que não têm iniciativa para nada, nem sabem socializar. Olho para os outros de igual para igual, independentemente da idade, orientação sexual ou género, por isso não tenho aquela coisa de achar que A ou B é superior a mim. Gosto muito de conversar e que me dispensem a atenção necessária quando eu mereço. No fundo, gosto de me destacar naturalmente, que olhem para mim um de cada vez e não todos ao mesmo tempo, e de estar em foco só quando eu quero. Procuro estar na vida desta forma: sem grande espalhafato. No facebook não troco juras de amor com o meu namorado e muito menos me ponho com longas conversas nas mil e quinhentas fotos juntos, para mostrar aos outros que sou-a-pessoa-mais-feliz-do-mundo-com-o-melhor-namoro-do-universo. Gosto da minha privacidade, de estar comigo e que todas minhas relações não sejam motivo de inveja, cobiça ou até mesmo, em algumas situações, pena por parte dos outros.
A vida é muito mais do que querermos agradar a todos e não é de todo, querermos chamar a atenção deles forçosamente. É uma lição que muitos, de resto, deviam aprender. Definitivamente.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Abril

Daria Werbowy by Dusan Reljin for Elle France
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1. Daria Werbowy by Dusan Reljin; 2. Angelina Jolie by David LaChapelle; 3. ?

Digamos que é um bom mês. De Vila do Conde a Viseu, passando por Oliveira de Azeméis e acabando no Porto CAMPEÃO, eu diria que não podia ter começado de melhor forma. Daqui a duas semanas temos as férias da Páscoa e a abrir Maio a Queima das Fitas. Ou seja: prevejo uma temporada a fazer pouco ou nada, que me vai saber muitíssimo bem.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Tenham medo

Aqui está o que toda a gente queria. Agora estou com muito medo do que se segue. Esta crise política não vai trazer absolutamente nada de bom.

domingo, 13 de março de 2011

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ressentimento

nome masculino
1. acto ou efeito de ressentir ou de ressentir-se
2. lembrança dolorosa de uma ofensa recebida; melindre; rancor
3. PSICOLOGIA no sistema psicanalítico de A. Adler, médico e psicólogo austríaco (1870-1937): atitude de hostilidade generalizada proveniente de uma situação inferiorizante que o indivíduo não pode remediar por uma revalorização
Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora
Não gosto de guardar ressentimento. Não me sinto uma pessoa rancorosa, de todo. No entanto, se existe aquela máxima do perdoo, mas não esqueço, geralmente para as traições no amor, também podemos muito bem aplicá-la nos restantes sectores da vida. Desrespeito no trabalho, subestimação na família, mentira na amizade, preconceito na sociedade; são só alguns exemplos que poderiam ser aplicados em qualquer um dos outros sectores. Custa-me imenso voltar a valorizar, da mesma forma, alguém que me traiu ou feriu de alguma maneira. Já me aconteceu e por norma, parece que as pessoas agem como se nunca se tivesse passado nada. E isso irrita-me. Se desconfiam de nós a sério, não há cá beijinhos nem palavras doces que apaguem a humilhação de nos sentirmos injustiçados. Num mundo ideal com pessoas perfeitas isso podia acontecer, mas neste maravilhoso mundo de pessoas de carne e osso com mais defeitos que virtudes, a coisa fica mais difícil. Por isso, principalmente nas relações afectivas, convém não esquecer que do outro lado também está uma pessoa com sentimentos, com uma palavra a dizer e que se calhar já deu algumas provas do seu carácter. Acima de tudo, nada de criticar ou julgar precipitadamente.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Uma questão de perspectiva


Tive um professor de Filosofia no Secundário, amado por uns, odiado por outros (sobretudo outros professores), que logo numa das primeiras aulas nos mandou subir para as mesas, ao melhor estilo do Clube dos Poetas Mortos, para vermos o mundo, ou no caso a sala de aula, de outra perspectiva. Basicamente é o que me está a acontecer agora com os autocarros de dois andares. Tenho toda uma nova visão dos caminhos que faço há anos e vejo pormenores que me ultrapassavam. Isso agrada-me. Assim como na rua, gosto de ver os diferentes ângulos de cada situação na vida, para poder compreender os prós e os contras e não julgar com frieza os que me rodeiam.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

V modo Zen

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Gisele Bündchen

Hoje comecei o dia a dizer que não me apetecia ter levantado. Como o karma is a bitch, a coisinha deu para torto e fiquei a ponto de esganar alguém (o que realmente teria acontecido se não tivesse algumas estratégias de coping assimiladas e a força de um mosquito). Tudo corria mal mas depois apareceu ele, eu respirei fundo e dei beijinhos o resto da tarde feliz e contente. Afinal de contas, não vale a pena perder tempo de vida com ninharias. Ao fim de vinte anos de existência começo a aprender o verdadeito significado do Carpe Diem. Mais do que isso, tenho tentado aplicar esta filosofia, porque está-me nos genes a tendência para a ansiedade. E eu pretendo ser uma pessoa calma, por mim e por todos os que me rodeiam.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Jogos de azar

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Eu tenho um ligeiro pavor aos joguinhos que as mulheres fazem quando querem conquistar um homem. Não dizem o que querem dizer a maior parte das vezes e só têm a perder com isso. Em todas as outras relações, o correcto é mostrarmos o que somos, fazemos e sentimos verdadeiramente. É assim que conquistamos um amigo e é assim que ganhamos a confiança da família. Por que razão achamos que não deve ser assim no amor? As comédias românticas e as revistas femininas são peritas nisso das regras da sedução. Ou parecem ser. Quando vejo uma amiga agir segundo a regra do deus-me-livre-que-ele saiba-que-estou-desesperadamente-apaixonada-por-ele, fico calada e sorrio interiormente. O tempo não tem marcha-atrás e só nós sabemos as oportunidades que perdemos por termos calado ou fingido. A verdade é que jogar à defesa costuma ser o melhor ataque, mas não no amor. Sem jogos no amor. Já bastam as dúvidas existenciais, as crises de personalidade e o desgaste da rotina para o testar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Meio-termo

Marilyn Monroe by Milton Greene camacf77f988f9261a40e10d7544e3ac8817_full
Gian Paolo Barbieri ,  vogue italia 1975,
Marilyn Monroe by Milton Greene; Audrey Hepburn by Gian Paolo Barbieri

A mistura entre o mundano e o sagrado agrada-me. Tanto gosto da luxúria e vaidade da Marilyn como do altruísmo e serenidade da Audrey. Pretendo perceber se o segredo da vida está em vivermos de um lado ou do outro. Para já, parece-me que no meio é que está virtude.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2011

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© Stina Persson

Ia começar por falar das dificuldades que a conjuntura económica vai trazer no próximo ano. No entanto, já toda a gente sabe que o vai ser sentir na pele, por isso resta-nos acabar com as lamentações, lutar e, acima de tudo, ter esperança. A esperança aparece quase sempre como um cliché, mas a verdade é que se não pensamos positivo e nos deixamos ir na má onda deste país, estamos também nós, como pessoas, arruinados. Portanto, que este novo ano seja muito iluminado, cheio de sonhos realizados e laços reforçados. O resto resolve-se devagarinho. Em 2010 aprendi muitas coisas: com o meu namorados, com a minha família, nos livros que li, etc. Já aqui disse que não foi um ano especialmente espectacular, contudo acho que não posso queixar-me. Espero entrar com o pé direito e que este novo ano, não sendo sinónimo de vida nova, seja ao menos parecido ao que este foi a muitos níveis.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Tenho dois grandes ódios de momento:

  1. Velhos tarados - quando viajo de autocarro fico fora de mim com o odor a perfume barato que eles trazem impregnado. Isso misturado com o facto de eles se roçarem em nós com cariz sexual, é uma experiência verdadeiramente aterradora;
  2. Chineses - eu preconceituosa me confesso, por tudo o que tenho ouvido ultimamente.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Quote of the day

Linnea Pihl by Rickard Sund for Costume December 20103
Juergen Teller r Kate Mossuyt
Julia Oliv by Gustavo Marx for Project Alabama Spring 2011 Campaignalabama3
1. Linnea Pihl by Rickard Sund; 2. Kate Moss by Juergen Teller; 3. Julia Oliv by Gustavo Marx

The truth is, everyone is going to hurt you. You just got to find the ones worth suffering for.

Bob Marley

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Photobucket
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Photobucket
Sara Blomqvist & Jeremy Young by Andreas Öhlund

Eu gosto muito de gostar dele. Gosto daquele sorriso espontâneo. Gosto de dormir em cadeirinha. Gosto de ir para a terra dele. Gosto da paz que ele me transmite. Gosto que ele me conheça. Gosto que ele note na minha voz ao telefone que eu não estou bem. Gosto do cheiro dele, das mãos dele, do cabelo dele, da boca dele. Gosto do que ele acha que eu não gosto nele. Gosto tanto. E gosto, acima de tudo, de a cada dia que passa encontrar mais motivos para gostar de nós.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Think less, fuck more


Natalia Vodianova by Paolo Roversi

O problema de algumas pessoas é que vêem a felicidade dos outros como uma afronta à pessoa delas. Convencem-se que tudo o que fazemos e acontecemos é única e exclusivamente, porque as queremos ver em baixo e provocar de alguma forma. O problema dessas pessoas é que não percebem que o mundo não gira à voltas delas... gira à nossa volta.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Here we go

Monika Jagaciak by Wee Khim for Style Singapore November 2010
Monika Jagaciak by Wee Khim

Por onde começar? Escrevo cinco palavras e apago-as no segundo seguinte. Sei que tenho mil e um pensamentos para partilhar e só me lembro deles na viagem de metro, quando estou no banho ou no refúgio dos lençóis. Este blog não me serve de quase nada, apesar de o continuar a alimentar como se de uma coisa importante se tratasse. Logo eu que não sou de falar de mim e das minhas coisas, logo eu que sou egoísta ao ponto de não querer partilhar com os outros uma música/imagem/livro/filme para que não se banalize. Mas isto não sou eu. Eu sou uma espécie do que aqui pareço ser. Sou a que passa tempos infinitos a procurar uma música na internet, porque esta a eleva a outro nível, algo meu que mais ninguém perceberia. Ou não. Sou muito mais coração do que a razão que demonstro ser. Sou mais, sou pior e sou muito melhor do que o julgam. Sou aquela que adora passear sozinha na sua cidade. Sou a que explode e é capaz de dizer as piores coisas, para ferir mesmo, mas que se arrepende mal acaba de as dizer. E se às vezes o vento leva as palavras, outras vezes nem por isso. Sou a que muda de canal, porque se sente envergonhada quando alguém faz uma figura triste na tv. Sou a que fica o resto do dia a pensar na situação ou frase que a abalou. Sou a que se cala, quando está ferida. Sou a que não aceita muito bem críticas. Sou a que deu o coração à única pessoa que a parece ver de facto. Sou de uma bipolaridade emocional sem fim. Sou a que acredita na influência da TPM no humor das mulheres em geral e da sua bipolaridade emocional em particular. Sou de ferro, apesar de parecer de vidro. E por hoje é tudo aquilo que sou. Na verdade, até escrevi mais uma quantas que apaguei, porque a cena do escreve como se ninguém te estivesse a ler, é uma mentira das grandes. E é também por isso que a validade disto é questionável. Mas o que fazer? Eu gosto.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Photobucket
Photobucket

Às vezes questiono-me cheia de inseguranças mais, ou menos infundadas: E se ele um dia acorda e decide deixar-me? Uma vez perguntei-lhe isto. A resposta foi, meio a sério, meio a brincar: Volto a adormecer. Não pude deixar de rir. Que resposta esperava ouvir? A verdade é que estamos tão habituados um ao outro que é-me difícil imaginar tal situação. Não é uma habituação no sentido pejorativo, mas algo bom, positivo, aquele querer sempre mais. Já perdi há muito tempo a ilusão do para sempre, e por essa razão tenho um discurso muito ponderado sobre as relações em geral e, particularmente, sobre a minha. No entanto, consigo ver-me no futuro com ele. Sei que dificilmente encontrarei alguém que se coadune tão bem com a minha forma de estar na vida. Quem é que seria capaz de aturar o meu lado infantil? Quem mais me iria ligar todas as noites para estarmos uma hora a falar de nada? Na minha geração não encontro ninguém como ele: uns são uns idiotas lamechas e românticos, que mais parecem saídos de um filme da Disney, outros, a grande maioria, são uns mulherengos sem igual, para não dizer outra coisa e partir para o insulto. Se eu soubesse que Deus existe mesmo, deitava todos os dias as minhas mãos para o céu a agradecer-lhe a sorte que tenho; como não tenho essa certeza, vou tentando ser boa rapariga, para que ele não acorde um dia a pensar: Já chega de sonhar, a realidade é outra.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Da mentira


© Sebastian Faena

Há pessoas que vivem tanto e tão bem a mentira, que esta acaba por ser a única verdade nas suas vidas. Ora acreditam que vivem ou viveram uma grande história de amor, pondo os mais diversos floreados para contar uma banalidade; ora dizem que são felizes, mas estão cheias de bocados de vida mal resolvidos a atormentar-lhes a alma; ora acreditam que sendo o que os outros esperam, vão, assim, conquistar a sua amizade e simpatia, etc, etc, etc. Viver assim dever ser extremamente extenuante. É óbvio que todos nós contámos mentiras para nos protegermos das mais diversas situações, e também acredito que quem as usa como prática normal e se convence delas, é unicamente como estratégia de sobrevivência e defesa. Em todo o caso, mais tarde ou mais cedo, em algum momento da vida, os resultados podem, de todo, não ser os mais saudáveis. A qualquer momento a máscara pode cair e a actuação ao invés dos aplausos de satisfação e concordância, recebe uma vaia de desaprovação ou simplesmente silêncio de pena, pela paupérrima comédia em que se tornam.