- Velhos tarados - quando viajo de autocarro fico fora de mim com o odor a perfume barato que eles trazem impregnado. Isso misturado com o facto de eles se roçarem em nós com cariz sexual, é uma experiência verdadeiramente aterradora;
- Chineses - eu preconceituosa me confesso, por tudo o que tenho ouvido ultimamente.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Tenho dois grandes ódios de momento:
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Drama queens
[Emma Watson]
Há uma grande diferença que distingue os homens das mulheres, para além de todas as óbvias. E é essa diferença que me faz gostar mais dos homens para qualquer tipo de relação, do que das mulheres. Chama-se dramatização.
Normalmente não me apetece elogiar os homens, porque têm todos os defeitos e mais alguns, mas tenho que dar a mão à palmatória. Reparem como eles são muito mais práticos, independentes, soltos e desembaraçados. Reparem como não são um vidrinho que parte à mínima queda. Reparem. Reparem também como as mulheres adoram fazer uma dramalhão. Ou porque partiram uma unha, ou porque o namorado não ligou passado vinte minutos de estarem juntos, ou porque estão a ser ignoradas (o seu maior medo!), ou porque o mundo não está a girar à volta delas como elas pensavam que estava. Alguns casos são mesmo patológicos, pela simples razão de que para algumas mulheres ou se está contra elas, ou a favor delas. Não há espaço para um estado intermédio.
E não me venham com a historieta de que não podemos generalizar. Sim, eu sei que a excepção confirma a regra. Mas por alguma razão nunca utilizamos a expressão drama queen, no masculino.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Eu e os autocarros #3
[Natasha Poly]
Parece que o pessoal da STCP não desiste da greve. Decorridos cerca de quarenta e cinco minutos à espera de um autocarro, decidi-me, já sem paciência, a mudar os planos da tarde. Fui à esteticista a fim de me pôr mais bela e aliviar o stress a que estive sujeita. Depois de sair da dita cuja, uma meia-hora depois, encontro as mesmíssimas pessoas que deixei quando saí da paragem, mais umas 176414 novas criaturas à espera.
Decidida a ir para casa, vejo uma luz ao fundo do túnel, que é como quem diz, vislumbro um autocarro a encaminhar-se para o local. Dou uma corrida (coisa que normalmente tenho alguma dificuldade em efectuar... ainda para mais para apanhar um autocarro!) e ainda vou a tempo de concluir os planos iniciais.
Após uma tarde bem passada com as do peito, vou para a paragem de autocarro e fico, nada mais nada menos, que duas horas plantada sem que algum deles abrisse a porta para eu e um sem-número de pessoas entrarmos. Já não bastava passar um de meia-em-meia hora, ainda tinham de ir a abarrotar. Valham-me os deuses.
No interior do mesmo a situação não melhorou. A ignorância dá-me pena. Pena e tristeza. Gente a insultar-se, velhotes a dizer mal dos motoristas, um rapaz quase a bater numa mulher só porque esta o chamou à atenção para o facto de a estar a pisar, enfim...um rol de situações agradáveis.
Em suma, tenho duas palavrinhas a dizer: ODEIO AUTOCARROS. Obrigada.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Não gosto:
- de pessoas sem sentido de humor
- de conversas de ocasião
- de falar ao telemóvel
- de homens arrumadinhos
- de ver filmes de terror
- de kiwis
- de mentiras
- de dramatizar
- de andar de avião
- de dizer não e continuarem a insistir
- de falsas modéstias
- de misturar doce com salgado
- de discussões
- de injustiça
- de andar de transportes públicos
- de frases feitas (mas uso-as!)
- de pessoas que não se riem de si próprias
- de falsidade
- de deitar cedo e cedo erguer (eu avisei que usava!!!)
- de ser pressionada a
- de me atrasar
- de falta de honestidade
- de falta de sinceridade
- de correr
- de cerveja (com muita pena)
- de queijo
- de chuva
- de pessoas sem ódios de estimação
- de fazer muitos planos (mas faço-os (?))
- de pessoas que não dão luta
- de gente sem opinião
- de falta de personalidade

- de "policamente correcto"
- de mostrar o que vai cá dentro
- de bajulação
- de caril
- de tabaco
- de pessoas sem paixões
- de ser ignorada
- de pessoas extremamente pessimistas
- de experimentar roupa
- de chocolate branco
- de matemática
- de falar sem pensar
- de crueldade
- de ser o que não sou
[Tyra Banks]
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Eu e os autocarros #2

Não sei qual é o problema da STCP, mas desconfio que este seja comigo. Não acho normal ter de passar mais de 45 minutos à espera de um autocarro sob condições sub-humanas, quando supostamente passava de 10 em 10 minutos. Se ficar doente por ter passado tanto tempo ao frio e à chuva peço uma indemnização. Não acham que era de direito? Que palhaçada.
Agora vou comer, que a minha barriga já está a dar as horas, os minutos, os segundos, as informações de trânsito e o estado do tempo.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Eu e os autocarros

9.30 - Saio de casa a correr como sempre para apanhar o bus e já no seu interior, a meio do caminho sinto que me falta alguma coisa - a máquinha calculadora essencial para a realização do intermédio de matemática.
14.15 - Apanho o dito cujo a abarrotar de gente para me dirigir a casa. Chegada ao destino, saio e sou apalpada literalmente por uma criança de idade suficiente para ter noção das coisas e que logo em seguida se põe em fuga deixando a desgraçada, neste caso moi-même, de queixo caído.
15.26 - Escrevo estas linhas com todo o ódio possível e imaginário a esse meio de transporte colectivo denominado autocarro.
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