Monika Jagaciak by Wee Khim
Por onde começar? Escrevo cinco palavras e apago-as no segundo seguinte. Sei que tenho mil e um pensamentos para partilhar e só me lembro deles na viagem de metro, quando estou no banho ou no refúgio dos lençóis. Este blog não me serve de quase nada, apesar de o continuar a alimentar como se de uma coisa importante se tratasse. Logo eu que não sou de falar de mim e das minhas coisas, logo eu que sou egoísta ao ponto de não querer partilhar com os outros uma música/imagem/livro/filme para que não se banalize. Mas isto não sou eu. Eu sou uma espécie do que aqui pareço ser. Sou a que passa tempos infinitos a procurar uma música na internet, porque esta a eleva a outro nível, algo meu que mais ninguém perceberia. Ou não. Sou muito mais coração do que a razão que demonstro ser. Sou mais, sou pior e sou muito melhor do que o julgam. Sou aquela que adora passear sozinha na sua cidade. Sou a que explode e é capaz de dizer as piores coisas, para ferir mesmo, mas que se arrepende mal acaba de as dizer. E se às vezes o vento leva as palavras, outras vezes nem por isso. Sou a que muda de canal, porque se sente envergonhada quando alguém faz uma figura triste na tv. Sou a que fica o resto do dia a pensar na situação ou frase que a abalou. Sou a que se cala, quando está ferida. Sou a que não aceita muito bem críticas. Sou a que deu o coração à única pessoa que a parece ver de facto. Sou de uma bipolaridade emocional sem fim. Sou a que acredita na influência da TPM no humor das mulheres em geral e da sua bipolaridade emocional em particular. Sou de ferro, apesar de parecer de vidro. E por hoje é tudo aquilo que sou. Na verdade, até escrevi mais uma quantas que apaguei, porque a cena do escreve como se ninguém te estivesse a ler, é uma mentira das grandes. E é também por isso que a validade disto é questionável. Mas o que fazer? Eu gosto.
Por onde começar? Escrevo cinco palavras e apago-as no segundo seguinte. Sei que tenho mil e um pensamentos para partilhar e só me lembro deles na viagem de metro, quando estou no banho ou no refúgio dos lençóis. Este blog não me serve de quase nada, apesar de o continuar a alimentar como se de uma coisa importante se tratasse. Logo eu que não sou de falar de mim e das minhas coisas, logo eu que sou egoísta ao ponto de não querer partilhar com os outros uma música/imagem/livro/filme para que não se banalize. Mas isto não sou eu. Eu sou uma espécie do que aqui pareço ser. Sou a que passa tempos infinitos a procurar uma música na internet, porque esta a eleva a outro nível, algo meu que mais ninguém perceberia. Ou não. Sou muito mais coração do que a razão que demonstro ser. Sou mais, sou pior e sou muito melhor do que o julgam. Sou aquela que adora passear sozinha na sua cidade. Sou a que explode e é capaz de dizer as piores coisas, para ferir mesmo, mas que se arrepende mal acaba de as dizer. E se às vezes o vento leva as palavras, outras vezes nem por isso. Sou a que muda de canal, porque se sente envergonhada quando alguém faz uma figura triste na tv. Sou a que fica o resto do dia a pensar na situação ou frase que a abalou. Sou a que se cala, quando está ferida. Sou a que não aceita muito bem críticas. Sou a que deu o coração à única pessoa que a parece ver de facto. Sou de uma bipolaridade emocional sem fim. Sou a que acredita na influência da TPM no humor das mulheres em geral e da sua bipolaridade emocional em particular. Sou de ferro, apesar de parecer de vidro. E por hoje é tudo aquilo que sou. Na verdade, até escrevi mais uma quantas que apaguei, porque a cena do escreve como se ninguém te estivesse a ler, é uma mentira das grandes. E é também por isso que a validade disto é questionável. Mas o que fazer? Eu gosto.
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