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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Viva eu

Sinto-me extremamente feliz por ter tirado a melhor nota num relatório de Genética. É que parecendo que não, foi muito doloroso para mim fazê-lo.

sábado, 23 de outubro de 2010

E vida social "stôres"???

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Para a próxima semana:
  • fazer um relatório de Bioquímica;
  • fazer um relatório de Genética;
  • preparar uma apresentação para Nutrição Humana II.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Boa Nova

Foi aprovada hoje na Assembleia da República, por unanimidade, a Ordem dos Nutricionistas. Após uma luta de dez anos da minha professora de Nutrição Humana e Presidente da Associação Portuguesa dos Nutricionistas, Alexandra Bento, finalmente temos a Ordem.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Made my day

Georgia May Jagger by Max Vadukul  livros
Georgia May Jagger by Max Vadukul

As aulas começam amanhã. Teoricamente, uma vez que o meu horário só é de terça a sexta. E sendo que na sexta só tenho teórica às três, creio que irei ter aulas de terça a quinta muitas vezes. Já vos disse que gosto muito da faculdade?

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Life is unfair

Storia d' amour by Kalle GustafssonShufti Magazine
© Kalle Gustafsson

O meu namorado está na praia refastelado. Resolveu reclamar em jeito de misericórdia, porque está sozinho e a bateria do iPod está a falhar. Eu estou enfiada em casa. Também estou sozinha e a estudar como uma nerd-sem-vida-social, cheia de folhas à frente que parecem não ter fim à vista. Queres trocar?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Delírios de uma estudante

  • Não saio de casa há 55 horas, aproximadamente
  • Já estou com Nutrição Humana I pela ponta dos cabelos
  • Odeio a época de exames
  • Nem quero acreditar que isto ainda agora começou
  • Preciso de apanhar ar com a máxima urgência

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ser feliz

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Qual Xanax, qual quê? As minhas quartas-feiras costumam ser de pequenas loucuras gastronómicas, nas três horas de seca que tenho entre uma aula e outra na faculdade. Invariavelmente optamos por essas autênticas bombas de açucares, a.k.a. gomas. São remédio santo para nos alegrar o espírito.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Programa das festas para o fim-de-semana

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Ficar em casa a estudar Fisiologia como se não houvesse amanhã, com a Primavera no seu esplendor lá fora. Ninguém merece.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Distúrbios

TRALHA
|?; Doutzen Kroes by Mario Testino|

Tenho uma colega na faculdade que está com fortes indícios de anorexia. A rapariga não come, pura e simplesmente. Nunca tem fome, é bastante visível o cansaço e a debilidade física, está sempre cheia de sono, precisa de se apoiar em mim para poder andar, está com o ciclo menstrual desregulado e, apesar de ter uma anca bem mais larga do que a minha, diminuiu para um 32 de calças. Ainda hoje tentei disfarçadamente comparar a espessura das minhas pernas com as dela no espelho da casa de banho, porque tenho umas pernas finíssimas, mas ainda assim as dela conseguem ser bem mais finas do que as minhas. 
A anorexia é uma doença terrível e, a confirmar-se a suspeita, ela vai ter sérios problemas. Eles não vêm a realidade tal como ela é. E neste caso, já não adianta dizermos para ela comer ou chamar-lhe a atenção para a magreza exagerada, porque ela não reage. Mais ainda, tem como agravante não morar com os pais, ou seja, pode fazer o que lhe apetece em casa, porque não tem ninguém "em cima dela," para além das colegas na faculdade. Como se isto tudo não bastasse, está num curso de Nutricionismo. Curso esse, que lhe confere todas as técnicas e informações para poder emagrecer. O que também não é uma novidade neste meio, uma vez que no Brasil muitas das estudantes de Nutrição vão para o curso exactamente por esta razão. É doentio.
Em suma, o caso é preocupante. Custa ver uma pessoa cheia de capacidades e tão jovem  a destruir-se assim. Se a situação continuar, teremos de comunicar à coordenadora de curso.

terça-feira, 2 de março de 2010

Eu tenho a professora de Sociologia mais fixe de sempre

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O assunto que mais gosto de desenvolver, tanto na escrita como em conversas, é o das relações entre homens e mulheres. Hoje numa aula este foi o tema principal. Ou melhor, o tema não era este, mas com o desenrolar da aula, conversa puxa conversa e já estávamos a dispersar. 
A minha professora dizia, e eu subscrevo, que a primeira experiência sexual é a mais difícil e que a partir daí é sempre a melhorar. Quando se é adolescente temos as hormonas a fervilhar, é um facto, mas quando o dito momento chega, os nervos atrapalham e podem até estragar tudo. No caso delas é mais pela dor que causa, pelos mitos ouvidos e pelos medos criados. Já no caso deles não há dor, mas a coisa pode não funcionar da melhor forma. Se tal acontecer, e isto numa primeira ou numa milionésima vez, não é de todo aconselhável que a rapariga/mulher passe a mão pelas costas e diga: Deixa lá querido, acontece a todos...não tem importância. É óbvio que a criatura ainda se vai sentir pior. Por muito boa que seja a intenção da menina, não vale a pena constatar um facto, que já por si só é incómodo, em voz alta. Mas é mais que sabido que as mulheres falam por elas e por eles. Não aguentam ficar caladas, tanto nestas situações como noutras. Como por exemplo, quando eles estão a olhar para nós com carinha-de-carneiro-mal-morto, elas perguntam logo: O que é que estás a pensar? Mais uma vez é evidente que ele está a pensar que gosta muito de nós, que nos acha muito queridas, fofas, giras e tudo o mais, mas gaja que é gaja tem necessidade de verbalização e de análise até à exaustão, estragando assim todo e qualquer momento que não necessite de palavras.
Posto isto, também falámos se realmente era uma mais valia a troca constante de parceiros, principalmente nas camadas mais jovens. Decidimos que não, que era muito melhor conhecermos bem o corpo de uma pessoa sem pressas e ter com ela um envolvimento mais a fundo. A professora disse abertamente que no tempo dela teve muitos parceiros (adorei o facto da mulher ser tão liberal), mas que agora - e pegando nas palavras dela - ela e o marido optaram pela exclusividade. Disse que o marido foi dois meses a trabalho para o Brasil e quando ele estava a fazer a mala (esta é a parte  em que eu venero a mulher) lhe dá uma caixa de preservativos e diz: Se acontecer alguma coisa eu não quero saber, mas ficas com o peso na consciência para o resto da tua vida. Perante uma acção e uma afirmação destas ela matou logo todas as hipóteses que ele tinha de ter coragem para pular a cerca.
Conclusão, o acto sexual é como o Vinho do Porto: melhora com o tempo. Já as relações relâmpago, ou one night stand, como quiserem, podem ser giras na loucura da adolescência (ou nem aí, porque ter a primeira vez durante uma bebedeira não é nada giro), na solidão de quem se acha encalhado, mas para nos alimentar a sério o corpo e a alma não compensam. Nem lá perto.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Homens e Mulheres

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|Isabeli Fontana by David Vasiljevic in Vogue|

Hoje falava com um colega sobre relações de homens com homens, homens com mulheres e mulheres com mulheres. Quanto às primeiras ele dizia que os amigos homossexuais dele contam que consideram mais fácil lidar com outros homens, porque estão sempre mais disponíveis a nível sexual e não complicam o que é simples. Isto, justificação de homens vividos, homens que já estiveram em relações com o sexo oposto e que inclusivamente foram casados e têm filhos. Concluímos que está em crescendo esta tendência e que as mulheres se têm de pôr alerta. Quanto às segundas - homens com mulheres - ele disse um exemplo, que costuma dar para explicar tudo, muito engraçado. Exemplo esse, que vem de encontro a um post que fiz neste blog: o mulherês. Era o seguinte:
Mulher - Há tanto tempo que não vamos ao cinema querido...
Homem - Pois não.
Para o homem há só uma resposta possível e curta: "Pois não". Não consegue perceber que ela queria que ele respondesse "Pois não... vamos lá querida!". Os homens são práticos, as mulheres gostam de entrelinhas. Para os homens ou é ou não é. Para as mulheres há o que dizem e o que queriam dizer. Daqui concluímos que se não fosse assim não tinha tanta piada e que, sem qualquer tipo de dúvida, as mulheres são muito mais difíceis que eles. Mesmo as que se querem parecer com os homens, não escapam à Natureza.
Das relações  de mulheres com mulheres, deduzimos que não "chocam" tanto a sociedade em geral, como as de homens com homens. Talvez porque as mulheres apesar de serem mázinhas umas para as outras, por outro lado são muito mais abracinhos e carinhos do que os homens entre eles e por essa razão, já estejamos mais habituados a ver o contacto entre elas.
Em suma, falámos de relações entre homens e mulheres. Não existe nada mais banal do que falar disso, mas retiram-se grandes pensamentos. O maior foi que o lado emocional deve estar sempre em equilíbrio com o racional. Só assim as coisas podem ser saudáveis.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Hoje acordei assim...

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...com vontade de destruir o despertador. Depois de uma noite de insónias, quando estava a começar a dormir verdadeira e profundamente, toca aquele maldito. Há coisas piores do que querermos dormir e não podermos, mas que nos deixa possuídos pela raiva e com um humor insuportável, lá isso deixa. Que o diga esta que vos escreve.
Depois disso, quase ia tendo um acidente na estrada, fiz uma exame de Biologia e apanhei uma molha descomunal. Há lá maneira mais bonita de se começar o dia?

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Cof cof cof

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|Erin Heatherton by Steve Hiett|
Eu que adoro dormir, mas que não gosto de o fazer até muito tarde para poder aproveitar o dia, hoje só me levantei à hora-de-almoço. Isto, porque a minha cama de princesa estava mesmo quentinha e porque estou com indícios fortes de gripe (não A, espero): nariz entupido, tosse, dores de cabeça and so on. Indícios esses, que se têm vindo a arrastar há alguns dias, mas eu, como pessoa valente que sou, só agora decidi olhar para eles.
E era suposto eu estar a estudar Biologia I e Introdução à Nutrição e Dietética, mas com estes sintomas, não tenho espírito nem condições físicas para tal. O que é uma chatice. Estou, assim, dividida entre o chocolate, o Cortigripe e a Vitamina C, a ver se ganho algum ânimo para a coisa.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Vamos lá por pontos

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|Gisele Bündchen for Elle|
  1. Cheguei agora do exame;
  2. Não sei como correu;
  3. Ninguém em casa;
  4. Vou meter-me na cozinha;
  5. Massa claro, as minha capacidades culinárias não vão muito mais longe;
  6. Ok, se eu quisesse até iam... sou muito prendada;
  7. Está sol;
  8. Mas está muito frio;
  9. Vou-me retirar então;
  10. Peço desculpa pelo incómodo;
  11. Precisava mesmo de desabafar;
  12. Pronto, já me calei;
  13. Só mais uma coisa: atum ou salsichas?

domingo, 10 de janeiro de 2010

Ossos do ofício

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|Siri Tollerød by Ellen Von Unwerth|

E depois de um fim-de-semana perfeito a culminar com um belo almocinho em família, resta-me um fim-de-tarde de estudo intensivo cá no quentinho da minha alegre casinha. Histologia e Embriologia, cadeira que não me diz nada, nem dirá para o meu futuro, por certo. Os gajos querem um 1º ano dado com base nas ciências gerais, o que é que eu posso fazer? Diz que é importante. Que assim seja.

sábado, 28 de novembro de 2009

Da ética

Ontem tive uma aula sobre legislação. Foi importante para perceber que a ética está mesmo na base de tudo. Principalmente na minha área. Qualquer profissional de saúde tem o dever de guardar para si tudo o que se passa dentro de um consultório. Mas houve um exemplo que a advogada (uma mulher lindíssima e com um currículo imenso, por sinal...adoro ver mulheres bem sucedidas e emancipadas!) deu e que me pôs a pensar. Resumidamente, era um caso hipotético de um homem que vai a um consultório e diz que vai matar alguém, numa conversa de paciente/médico.
Ora, o médico está impedido pela lei de revelar a quem quer que seja o conteúdo da conversa. Pode tentar persuadi-lo a não fazer nada, mas não pode, por exemplo, interná-lo se ele não apresentar sinais visíveis de perturbação, ou até mesmo chamar a polícia. Mais ainda, se o dito homem cometer o crime e o médico for chamado a tribunal para prestar declarações pode ficar calado, alegando sigilo profissional. Aqui entra a ética, porque com certeza que teria uma luta imensa, entre o dever enquanto médico e os seus valores como pessoa.
É uma questão complicada, mas que estará presente todos os dias da minha vida profissional como nutricionista. Espero bem que um dia não me apareça ninguém a dizer que quer matar a mãe, porque esta a obriga a comer.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Celebrar a vida é...

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Hoje a minha faculdade parecia um verdadeiro jardim de infância. Ele era distribuição de balões, ele era o jogo da macaca desenhado no chão, ele era tintas e pincéis para o pessoal fazer desenhos e escrever num placard em jeito de mural do facebook subordinado ao tema Celebrar a vida é...
O resultado foi o acima apresentado. A qualidade das fotos é péssima, mas tinha que registar o momento com o que tinha à mão - telemóvel.