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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Hoje foi o dia
© Sante D'Orazio
O facebook, na prática, pode não servir para mais nada, mas é muito bom quando nos permite entrar em contacto com pessoas que em algum momento da nossa vida nos fizerem felizes e que estavam desaparecidas há anos.
domingo, 3 de outubro de 2010
Visto no facebook
Conversa entre dois jovens sobre um este vídeo de Bar Rafaeli:
Jovem 1: Ela esteve em Itália quando eu estava lá, não é assim tão perfeita...
Jovem 2: Mas viste-a face to face?
Jovem 1: Sim, estava ela e o Dicaprio na praia...
Jovem 2: É impossível ela não ser perfeita
Jovem 1: Não a vi ao perto (até porque não dava) mas não era como parece nas revistas... tal como a Scarlet.
Jovem 1: Ela esteve em Itália quando eu estava lá, não é assim tão perfeita...
Jovem 2: Mas viste-a face to face?
Jovem 1: Sim, estava ela e o Dicaprio na praia...
Jovem 2: É impossível ela não ser perfeita
Jovem 1: Não a vi ao perto (até porque não dava) mas não era como parece nas revistas... tal como a Scarlet.
Os elementos do sexo masculino (e do feminino) ainda não perceberam que estas garotas são photoshopadas até mais não. São raras as que têm uma beleza irrepreensível. O que não impede a Bar e a Scarlet, no meio de tantas outras, de serem perfeitas, independentemente da celulite aqui e da olheira ali. É a biologia senhores.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A verdade sobre o Amor
Ninguém ama a outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumadores teriam uma fila de pretendentes a bater-lhes à porta. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo... Costuma ser despertado mais pelas flechas do Cupido do que por uma ficha limpa. Amas aquela pessoa porque escreveste dúzias de cartas e ela não respondeu, deste-lhe flores que ela deixou murchar. Gostas de Rock e ela de Reggae, gostas de praia e ela tem alergia ao sol, abominas o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio combinam.
Então? Então que ela tem um sorriso que te deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante que LSD, adoras discutir com ela e ela adora implicar contigo. Isso tem nome. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, se veste bem e é...fã do Caetano. Isso são referências, só. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro nos dá ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
(autor desconhecido, visto no facebook de uma amiga)
sábado, 11 de setembro de 2010
Outra coisa útil do facebook
Coco Rocha
Podermos observar a mudança das pessoas que não vemos há muito tempo. Em alguns casos a diferença é favorável, noutros mais valia ficarmos com a primeira impressão.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Pensamento do dia
O facebook é a melhor coisa do mundo para quem, como eu, nunca se lembra das datas de aniversário.
terça-feira, 11 de maio de 2010
The cool thing
E quê? Agora é fixe usar óculos escuros quando se sai à noite? Na semana depois da Queima, vejo nessa pequena maravilha chamada Facebook, a quantidade de juventude com óculos-de-sol multicoloridos ao luar.
sábado, 13 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Dia do senhor #43
Este foi outro que fez as minhas delícias de adolescente. Pela música e pelos, digamos, atributos físicos. Já agora, quem tiver facebook que se junte à Fundação dos Incubus.
|Brandon Boyd|
Ide em pecado e que o senhor vos acompanhe."Oh God, make me good, but not yet!"
domingo, 31 de janeiro de 2010
Externato Santa Joana
© Todos os direitos reservados.
O facebook para além dos desnecessários unfriends, também nos possibilita descobrir pessoas que já não vemos desde pequenos. É o caso do grupo que criaram para os ex-alunos da minha primeira escola, que o foi desde o infantário até ao sexto ano. É engraçado ver como aquelas pessoas se tornaram.
O facebook para além dos desnecessários unfriends, também nos possibilita descobrir pessoas que já não vemos desde pequenos. É o caso do grupo que criaram para os ex-alunos da minha primeira escola, que o foi desde o infantário até ao sexto ano. É engraçado ver como aquelas pessoas se tornaram.
Aqui entre nós que ninguém nos ouve, devo confessar que fui criada num colégio de freiras. Por muito que isso afecte a minha reputação de pessoa cool, a verdade é esta: sou uma menina de colégio. Os meus pais acharam por bem dar-me uma educação num colégio privado... mais, num colégio privado religioso, pronto. E eu só posso agradecer-lhes por isso. Lembro-me com saudade dos tempos que passei por lá, porque foi lá que conheci grande parte dos meus melhores amigos. Lembro-me da professora da pré-primaria, da sala onde íamos ver as velhinhas cassetes de vídeo, da outra onde fazíamos os desenhos que guardo até hoje religiosamente. Lembro-me da sala do primeiro ano, da irmã Alzira que me ensinou a ler e a escrever e, no fundo, contribuiu para muito do que sou hoje. Lembro-me da irmã Rosário, já no quinto ano, que apagava o quadro de ardósia energicamente e aos pulos, para nos mostrar como se fazia para ficar impecável. Lembro-me também que não gostava dela, era má, gostava de pegar na caderneta para marcar mais e menos e obrigava-nos todas as manhãs a rezar em conjunto. Depois havia a irmã Graça, essa sim, uma querida. Tudo o que sei de português devo-o, em grande parte, a ela. Era uma belíssima professora.
São muitas memórias. Fazíamos imensos passeios de estudo, imensas festas com coreografias super originais para apresentar aos pais e à comunidade escolar no palco, no campo de futebol ou no ginásio; tínhamos uma quinta com árvores de fruto para onde nos levavam a fazer educação física e depois, haviam as cerimonias religiosas na capela do colégio, a parte que menos gostávamos mas que, de certa forma, também tenho saudades. O que também não gostávamos era da farda. Todos vestidos a rigor, todos os dias, todos iguais. Era uma seca, porque principalmente as meninas queriam levar as suas roupas mais bonitas.
Outra das coisas que lá aprendi - e que me recrimino por não ter continuado - foi tocar piano. É triste, mas hoje não sei tocar nem parte de uma partitura musical. Consigo ler as notas, mas nada do que fazia na altura. No fim do ano, participava sempre na Audição Musical e enchi-me de orgulho quando fui eu a encerrar o espectáculo. Os meus pais, sobretudo o meu pai, adorava que eu tivesse continuado neste mundo.
Enfim! Como percebem facilmente tive uma infância feliz e saudável. Não fui rebelde e devo ter dito a minha primeira asneira quando cheguei ao secundário. Fui, em suma, uma menina de colégio e uma menina dos papás. Tinha amigos, fui sempre um ser sociável e gostava de ir à escola. Aliás, a minha mãe conta que eu chorava se, por alguma razão, ela não me pudesse levar. Da educação religiosa guardo pouco, apenas o mais importante: os valores.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Do ciúme virtual
|Brad Pitt & Angelina Jolie for W magazine|
Já falámos do ciúme, mas não desta espécie em ascensão - o virtual. A malta antigamente só tinha de controlar as idas delas ao confessionário da igreja paroquial e elas calarem-se com a chegada deles a más horas e a cheirar a álcool. Mudam-se os tempos, mudam-se as mentalidades e elas quiseram ficar mais cosmopolitas entrando para o mundo deles: no trabalho, na diversão, na liberdade, no sexo. A partir daí, eles começaram a ter de olhar menos para os rabos-de-saia alheios. Primeiro, porque elas também já vestiam calças e segundo, porque tinham que tomar conta da sua dita cuja.
Isto era no princípio dos tempos. Depois vieram os telemóveis. A vida dos apaixonados tornou-se dura com telefonas e mensagens para controlar. No entanto, uma gota de água no oceano se quisermos comparar com a realidade dos nossos dias. Ele é hi5, ele é Facebook, ele é Twitter, ele é Blogs, ele é Messenger, etc, etc, etc. Enfim! Para além de tudo o resto, ainda a Internet a testar a paciência de quem gosta. É que controlar as mensagens ainda é fácil, basta conseguir trabalhar com o telemóvel e pronto. Agora fazê-lo em 286529353670 espaços de possibilidades virtuais... é dose. Só alguém muito dedicado, ou então muito desconfiado.
É o que temos. Vou agora ali ver o perfil do meu homem no hi5. Isto não se pode facilitar com tanta gente desesperada. Como diz o escritor: "O mundo é grande menina!". O que vale é que o rapaz só tem mesmo aquilo. E é bom moço. Digo eu.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Celebrar a vida é...
Hoje a minha faculdade parecia um verdadeiro jardim de infância. Ele era distribuição de balões, ele era o jogo da macaca desenhado no chão, ele era tintas e pincéis para o pessoal fazer desenhos e escrever num placard em jeito de mural do facebook subordinado ao tema Celebrar a vida é...
O resultado foi o acima apresentado. A qualidade das fotos é péssima, mas tinha que registar o momento com o que tinha à mão - telemóvel.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
«És o mais perto da perfeição! É difícil apaixonares-te mas quando gostas de alguém é mesmo a sério. Traições e coisas do género nem te passam pela cabeça. Se andas com alguém é porque gostas mesmo dessa pessoa, não precisas de mais ninguém. Adoras estar com o teu namorado apesar de não suportares exageros. Não aguentas mensagens a toda a hora nem controles obsessivos. Discreta, não gostas de ser o centro das atenções. Se tens namorado ele tem a maior sorte, se ainda não, anda tudo a dormir! Boa sorte»
É por estas e por outras que eu gosto de fazer quizz no Facebook. Elevam-nos o ego.
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