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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Por que razão está o Ricardito (uma jóia de miúdo, mas ainda assim um miúdo) na capa deste mês da Playboy?


E eu que pensava que era uma revista masculina com as meninas (quase (quase, porque têm maminhas maiores)) como vieram ao mundo. O pagamento não deve ser grande coisa.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Vamos por pontos:

  • No Sábado fui ao teatro com o P. Fomos ver a peça do meu melhor amigo. Saí de lá babadíssima, a transpirar orgulho. Ele, o maior crítico dele mesmo, disse que não tinha sido a melhor noite, que não tinha corrido muito bem. Mas eu adorei sinceramente, ri imenso. E se orgulhosa estava, mais orgulhosa fiquei quando vi esta notícia no JN. Tive que arrancar a página do jornal do café e tudo, qual ladra de artigos jornalístico. Desconfio que vou ser daquelas que colecciona tudo o que existe sobre os seus artistas de eleição, neste caso o meu querido T.

  • Não sei por que razão é suposto respondermos sempre com um «Estou bem, melhor impossível!» à pergunta «Como estás?». Quanto a vocês não sei, mas há dias em que eu adorava dizer «Não estou bem, nada está bem», desatar a chorar e não obter como resposta um «Isso não é nada, já passa vais ver». Acredito que possa não ser por mal que o dizemos, mas também acredito que ao dizê-lo estamos a menosprezar a tristeza dos outros. Não devia ser um dado adquirido estarmos sempre de sorriso nos lábios. Por mais que me sinta uma pessoa de bem com a vida, optimista e uma sortuda em muitos (quase todos!) aspectos, há dias que gostava que me deixassem sentir miserável, que não me obrigassem a responder com um «Vai-se andando», quando o que sinto é um vazio enorme, ou uma tristeza que faz doer a alma, só porque tristeza é assunto tabu. Ninguém é feliz todos os dias. Ninguém. Se alguém quiser mesmo saber como estou e se a resposta for negativa prefiro um «Não gostava de estar na tua pele» ou simplesmente silêncio, ao invés de um «Não estás nada triste!». Parece que temos de andar sempre com um brilhosinho nos olhos, lindos e arranjados, com vontade de viver como se não houvesse amanhã. Não, não é assim. A dor existe e é muito humana. E só cada um de nós sabe a dor e o prazer de ser como é. Por favor, criaturas deste mundo maravilhoso, não minimizem estados de espírito, nem sentimentos.

  • Tenho uma certa dificuldade em dizer não. Se por um lado não consigo agir sob pressão, melhor dizendo, tenho tendência a fazer o contrário quando sou pressionada/obrigada a. Por outro lado, quando me pedem alguma coisa e mesmo que não me apeteça muito fazê-la ou, de facto, não o queira de todo, custa-me imenso verbalizar essas três letrinhas que podem ter tanto significado. Primeiro, porque ninguém gosta de o ouvir, dependendo do contexto claro. E segundo, porque as boas pessoas têm tendência a querer agradar o mundo. Eu como me enquadro nesse lote, comprovo-o facilmente. Mas as coisas têm que mudar. Vão mudar.

  • O meu bronzeado é nulo. E começo a não achar piada nenhuma ao facto do São Pedro estar a brincar com os meus sentimentos. Chuva em Agosto? Ninguém merece.

  • Por que é que os homens são básicos de tão previsíveis? Ainda nem em recuperação de mais um choque amoroso, vem-me o meu ex ex dar sinal de vida. Parece que adivinham. Mas o pior é que eles não sabem que quando a cena morre, morre mesmo. Custe o que custar e sem volta a dar. Sendo que agora é mais do que tarde.

domingo, 21 de junho de 2009

Dia do senhor #14

O solteiro mais desejado do mundo segundo o ranking anual realizado pela People:

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[Chace Crawford]

Ide em pecado e que o senhor vos acompanhe!
«Oh God make me good, but not yet!»

sábado, 30 de maio de 2009

Good morning

Acordei, liguei a televisão na SIC e pensei: este canal insiste em escolher gajas com ar de virgens para apresentadoras de programas que têm como público alvo criancinhas, e que posteriormente se munem de tatuagens e mamas de silicone. E isto não é uma teoria infundada.
Enfim.

A gerência hoje veste de gala. Depois conto queridos!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Happiness is a warm gun


Segundo parece, hoje, penúltima segunda-feira do mês de Janeiro é o dia mais triste do ano. Noticia o jornal Metro. Um psicólogo britânico revelou que isto se deve ao facto do «espírito de Natal e as promessas de Ano Novo serem quebradas. Pode-se chamá-la de 'segunda-feira azul'». É portanto o cai na real que serve, de resto, para o ano inteiro.
Outro estudo do mesmo jornal mas, de um novo pensador, revela ainda que a crise não é, ao contrário de todas as expectativas, um indicador que comprometa o nosso 'estado de alma'. Porquê? Porque consta que a venda de calmantes não aumentou e os médicos não foram confrontados com sintomas psicossomáticos em outras crises anteriores.
E agora pergunto-me. Se estamos todos contentes, se a maioria das pessoas são felizes, mesmo com a grande crise que se faz sentir, porque é que «as empresas farmacêuticas estão a trabalhar arduamente» para produzir um comprimido em tudo parecido com um antidepressivo mas, para pessoas ditas normais? Já sei, querem juntar o útil ao agradável e ganhar uns trocos numa droga com um novo nome e que não seja proibida. Já estou como a outra: há coisas fantásticas, não há? O dinheiro não é tudo, de todo mas, desenganem-se os idealista, ajuda e muito.
Uma coisa é certa, indepedentemente de crises e depressões, convém não perder o sorriso e a boa disposição. É a única coisa que me faz totalmente sentido.