
Segundo parece, hoje, penúltima segunda-feira do mês de Janeiro é o dia mais triste do ano. Noticia o jornal Metro. Um psicólogo britânico revelou que isto se deve ao facto do «espírito de Natal e as promessas de Ano Novo serem quebradas. Pode-se chamá-la de 'segunda-feira azul'». É portanto o cai na real que serve, de resto, para o ano inteiro.
Outro estudo do mesmo jornal mas, de um novo pensador, revela ainda que a crise não é, ao contrário de todas as expectativas, um indicador que comprometa o nosso 'estado de alma'. Porquê? Porque consta que a venda de calmantes não aumentou e os médicos não foram confrontados com sintomas psicossomáticos em outras crises anteriores.
E agora pergunto-me. Se estamos todos contentes, se a maioria das pessoas são felizes, mesmo com a grande crise que se faz sentir, porque é que «as empresas farmacêuticas estão a trabalhar arduamente» para produzir um comprimido em tudo parecido com um antidepressivo mas, para pessoas ditas normais? Já sei, querem juntar o útil ao agradável e ganhar uns trocos numa droga com um novo nome e que não seja proibida. Já estou como a outra: há coisas fantásticas, não há? O dinheiro não é tudo, de todo mas, desenganem-se os idealista, ajuda e muito.
Uma coisa é certa, indepedentemente de crises e depressões, convém não perder o sorriso e a boa disposição. É a única coisa que me faz totalmente sentido.