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domingo, 29 de agosto de 2010

Coisas a reter sobre a Azurara Beach Party:

  • Tentar não invadir propriedade privada, já tens idade para ir para a cadeia;
  • Nunca esquecer de avisar a nossa companhia que misturar diferentes bebidas alcoólicas dá mau resultado;
  • Não chegar a casa às dez da manhã com os olhos tipo panda e o cabelo desalinhado - podes matar a tua mãe de susto.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

São João, São João, São João dá cá um balão para eu brincar

Quando eu disse que precisava de pessoas, não era bem do valente apertão que levei ontem à noite que estava a falar, caro São João. Em contrapartida, só posso dizer que tenho um sapinho encantado que me chega de metro e faz maravilhas.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Das (nossas) noites que parecem dias

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10 da manhã. Estação de Campanhã. Chocolate quente para aquecer o corpo cansado, porque a alma, essa, está a ferver.

domingo, 30 de agosto de 2009

E sou feliz assim

Ontem fui à beach party. Não há muito a dizer e no entanto há um monte de coisas a dizer. Coisas boas e más.
A parte má. Quase morri na ida para lá. Metro a abarrutar, uns pequenos a abusar da sorte com bebida e outras coisas mais arriscadas, um segurança chamado a intervir, um estalo que falha o alvo certo, o mesmo segurança, cobarde, a fugir quando lhe pedem a identificação para apresentar queixa, pancada, ânimos exaltados e mais pancada fora do metro. Já na Azurara, o pior foi mesmo a quantidade de gente (50 000 pessoas). Mal se conseguia andar a circular.
A parte boa. O espírito, a música, a diversão, os amigos e conhecidos, a praia. E ele. O mesmo. Sem promessas ou expectativas. Como tem que ser.

sábado, 1 de agosto de 2009

Balanço

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[Natalie Portman]

Ontem lá fui eu para a rambóia, por este meu Porto maravilhoso. Após uma bela e, não obstante, demorada (quase duas horas à espera!) francesinha, regada com receita e sangria à descrição, e depois de apagadas as velas (34 anos, achava o empregado (?!)) e feito o brinde, os meus sempre queridos amiguinhos decidiram pregar-me uma partida. Fizeram-me andar às voltas, à procura de papelinhos com pistas do sítio onde tinham escondido as prendas. Era ver a V. a revistar tudo quanto era carteira e a apalpar cada criatura.

Encontradas as ditas, fomos vadiar pelos barzinhos das Galerias de Paris, Piolho, 7x7 e por aí. Tive direito a uma rosinha daquelas dos «Quer frô?» e pagaram-me bebidas. Sim, que isto de fazer anos tem que ter as suas vantagens. Uma coisa é certa, não me lembro da última vez que andei tanto, valham-me os deuses. Qual sexo fraco, nenhum dos meninos conseguiria aguentar a noite em cima de saltos de 12 centímetros como nós.
Fartos de andar, decidimos parar no Armazém do Chá e ver Bezegol. Eu novamente entrei de borla, claro está. Posto isto, fomos para casa da L. para o after hours, não sem antes nos perdermos de carro pelas ruas do Porto. Isto de gente com carta à meses e habituada a andar a pé ou, no máximo, de transportes, é o que dá.
Maneiras que é assim: acho que já não tenho idade para grandes noitadas. Ou é isso, ou então sou como os putos com sono. É que fico rabujenta, mal-humorada, sem paciência para aturar ninguém. Chegados a casa da L. dava tudo por uma caminha, mas tive que aguentar firme para fazer a vontade. Deitei-me no terraço com o meu amigo P. num improvisado colchão, enquanto os restastes se recostavam nas cadeiras, até que a desgraçada da chuva veio estragar tudo. Tivemos que nos enfiar todos nos sofás da sala a beber e a conversar. No meu caso, era mais a esperar pacientemente pela luz do dia, que não tardou.

E assim se passou. Diverti-me muito e acima de tudo, não fosse eu uma gaja sensível a estas coisas, adorei estar com meus queridos amigos de todos os dias e rever os de sempre.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

B'Day


Hoje a gerência completa 19 Primaveras. Um bebé portanto.
O que ontem seria apenas uma ida ao café, transformou-se numa bela surpresa. Sem me dizerem nada, a D. e a L. combinaram com a S. e apareceram lá, para grande espanto da minha pessoa. No entanto, nada me levava a crer que o propósito real da presença delas era ficar para me cantar os parabéns com este maravilhoso bolinho. Qual não foi o meu espanto quando à meia-noite me apresentaram esta relíquia e começaram a cantar os parabéns.
Por isso vos digo que há vidas muito boas de facto, mas nenhuma com pessoas como eu tenho na minha. São estas pequenas coisas que nos alimentam. E eu adorei o carinho delas, o esforço que fizeram para me porem um sorriso na cara.
Hoje a noite será de festa claro. Jantar, sair e comemorar muito com os do peito.

domingo, 26 de julho de 2009

«Celebrar a vida sempre, seja de que maneira for!»


Ontem fui ao Festival de Ofir com o meu querido primo. Tal como tinha dito tentei divertir-me e esquecer todos os problemas. Foi, de resto, o que aconteceu.
Entrei de graça como jornalista e vi os concertos na tenda VIP (que não tinha nada de tenda e muito menos de VIP). As únicas criaturas conhecidas que por lá vislumbrei, foram uns pseudo-actores das novelas da juventude.
À parte o friozinho que passei e os fenómenos estrelares suspeitos que vi (?!), dancei imenso com as músicas da Daniela Mercury que tão bem me lembro da infância. Mas o que mais gostei mesmo, foi o facto de ter encontrado amigos de longa data que estavam lá para ver os Natiruts. Mais uma vez, sem nada o fazer prever, apareceram à minha frente.
Adorei falar com o P. O gajo com mais letra e um dos mais mulherengos que conheço, mas o melhor dos amigos. Ri com ele, como à muito tempo não acontecia. Fiquei muito feliz por dar um abraço do tamanho do mundo ao M. Sempre bonito, sempre amoroso, sempre com aquele jeito dele que faz derreter as miúdas. Amei sentir a protecção do meu amigo R. Um dos rapazes com mais qualidades que conheço: bonito, leal, maduro, simpático, inteligente, etc. E por fim, a minha querida B. Amiga de todas as horas e feliz como nunca ao lado do meu protector. Confesso que me deu uma certa nostalgia. Senti saudades do passado, de quando os via todos os dias, mas passou logo. Só posso dizer que tenho um enorme orgulho neles, na vida deles, na filosofia de vida deles.
Resumindo e concluindo, fui feliz e foi uma noite bem passada.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Gosta-se e pronto

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[Angelina Jolie]
Portanto lá foi o São Jonas. Fugi da Invicta e da festa rija e fui para Vila do Conde ter com o meu homem e ver o que se passava por lá. A minha querida L. fez o obséquio de me acompanhar, não fosse algum maluco/bêbado violar-me a meio da noite. Chegámos a tempo de ver os foguetes e a custo, no meio da multidão, conseguimos encontrá-lo. Com um nada de frio, um nada de fome e um nada de sono lá passámos a noitinha rodeados de gente mais e menos conhecida e de música barulhenta.
Maneiras que é assim, o balanço foi positivo. Para mim pelo menos, pois estou certa que a L. não vai mais querer voltar, coitadinha.
Eu voltarei sempre.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Autêntico


Porque adoro o meu Porto, porque adoro esta gente do meu Porto, porque já este me fez sorrir. Por ser autêntico.