E assim de repente parece que vou ao Rock in Rio. Recebo uma mensagem a meio da noite a dizer "Tenho um bilhete para o Rock in Rio, queres ir?". O meu primeiro pensamento foi "Será que me querem levar a ver a Miley Cyrus?!", mas diz que não, que é no dia dos Snow Patrol e dos Muse. Sendo assim, lá terei eu de ir. OOH, que pena que eu tenho, vou ao Rock in Rio de graça. Eu que até contava ficar em casa a ver a novela. Que chatice. É a vida.
Mostrar mensagens com a etiqueta concertos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta concertos. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 1 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
É isso aí
Quanto a vocês não sei, mas eu gostava muito de ir ver a Ana Carolina. Diz que vem cá ao Porto a dois de Julho. Se o Seu Jorge também viesse era perfeito. Tenho de iiiiiiir.
domingo, 30 de agosto de 2009
E sou feliz assim
Ontem fui à beach party. Não há muito a dizer e no entanto há um monte de coisas a dizer. Coisas boas e más.
A parte má. Quase morri na ida para lá. Metro a abarrutar, uns pequenos a abusar da sorte com bebida e outras coisas mais arriscadas, um segurança chamado a intervir, um estalo que falha o alvo certo, o mesmo segurança, cobarde, a fugir quando lhe pedem a identificação para apresentar queixa, pancada, ânimos exaltados e mais pancada fora do metro. Já na Azurara, o pior foi mesmo a quantidade de gente (50 000 pessoas). Mal se conseguia andar a circular.
A parte boa. O espírito, a música, a diversão, os amigos e conhecidos, a praia. E ele. O mesmo. Sem promessas ou expectativas. Como tem que ser.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
Balanço
[Natalie Portman]
Ontem lá fui eu para a rambóia, por este meu Porto maravilhoso. Após uma bela e, não obstante, demorada (quase duas horas à espera!) francesinha, regada com receita e sangria à descrição, e depois de apagadas as velas (34 anos, achava o empregado (?!)) e feito o brinde, os meus sempre queridos amiguinhos decidiram pregar-me uma partida. Fizeram-me andar às voltas, à procura de papelinhos com pistas do sítio onde tinham escondido as prendas. Era ver a V. a revistar tudo quanto era carteira e a apalpar cada criatura.
Encontradas as ditas, fomos vadiar pelos barzinhos das Galerias de Paris, Piolho, 7x7 e por aí. Tive direito a uma rosinha daquelas dos «Quer frô?» e pagaram-me bebidas. Sim, que isto de fazer anos tem que ter as suas vantagens. Uma coisa é certa, não me lembro da última vez que andei tanto, valham-me os deuses. Qual sexo fraco, nenhum dos meninos conseguiria aguentar a noite em cima de saltos de 12 centímetros como nós.
Fartos de andar, decidimos parar no Armazém do Chá e ver Bezegol. Eu novamente entrei de borla, claro está. Posto isto, fomos para casa da L. para o after hours, não sem antes nos perdermos de carro pelas ruas do Porto. Isto de gente com carta à meses e habituada a andar a pé ou, no máximo, de transportes, é o que dá.
Maneiras que é assim: acho que já não tenho idade para grandes noitadas. Ou é isso, ou então sou como os putos com sono. É que fico rabujenta, mal-humorada, sem paciência para aturar ninguém. Chegados a casa da L. dava tudo por uma caminha, mas tive que aguentar firme para fazer a vontade. Deitei-me no terraço com o meu amigo P. num improvisado colchão, enquanto os restastes se recostavam nas cadeiras, até que a desgraçada da chuva veio estragar tudo. Tivemos que nos enfiar todos nos sofás da sala a beber e a conversar. No meu caso, era mais a esperar pacientemente pela luz do dia, que não tardou.
E assim se passou. Diverti-me muito e acima de tudo, não fosse eu uma gaja sensível a estas coisas, adorei estar com meus queridos amigos de todos os dias e rever os de sempre.
domingo, 26 de julho de 2009
«Celebrar a vida sempre, seja de que maneira for!»
Ontem fui ao Festival de Ofir com o meu querido primo. Tal como tinha dito tentei divertir-me e esquecer todos os problemas. Foi, de resto, o que aconteceu.
Entrei de graça como jornalista e vi os concertos na tenda VIP (que não tinha nada de tenda e muito menos de VIP). As únicas criaturas conhecidas que por lá vislumbrei, foram uns pseudo-actores das novelas da juventude.
À parte o friozinho que passei e os fenómenos estrelares suspeitos que vi (?!), dancei imenso com as músicas da Daniela Mercury que tão bem me lembro da infância. Mas o que mais gostei mesmo, foi o facto de ter encontrado amigos de longa data que estavam lá para ver os Natiruts. Mais uma vez, sem nada o fazer prever, apareceram à minha frente.
Adorei falar com o P. O gajo com mais letra e um dos mais mulherengos que conheço, mas o melhor dos amigos. Ri com ele, como à muito tempo não acontecia. Fiquei muito feliz por dar um abraço do tamanho do mundo ao M. Sempre bonito, sempre amoroso, sempre com aquele jeito dele que faz derreter as miúdas. Amei sentir a protecção do meu amigo R. Um dos rapazes com mais qualidades que conheço: bonito, leal, maduro, simpático, inteligente, etc. E por fim, a minha querida B. Amiga de todas as horas e feliz como nunca ao lado do meu protector. Confesso que me deu uma certa nostalgia. Senti saudades do passado, de quando os via todos os dias, mas passou logo. Só posso dizer que tenho um enorme orgulho neles, na vida deles, na filosofia de vida deles.
Resumindo e concluindo, fui feliz e foi uma noite bem passada.
sábado, 4 de julho de 2009
Dealema
Ontem fui ver estas criaturas ao vivo. Não gosto de hip hop, mas gosto da mensagem que transmitem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
