quarta-feira, 17 de março de 2010

Destinos

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© Stina Persson

Hoje vinha uma rapariga a chorar no metro. As pessoas passam e nem reparam. Querem fugir do sofrimento a todo o custo. É humano. Eu revi-me naquela dor; as mesmas lágrimas e a mesma tristeza de quem sofre uma desilusão. Também eu, em tempos, chorei assim como ela, num transporte público sem me importar com mais nada nem ninguém. Faz parte. Depois a vida segue o seu rumo. Assim como a viagem de metro que ela fez para chegar ao lugar onde queria, na vida também temos de passar por todas "as estações", pois não há outra forma mais rápida de chegar ao destino. A vida é sempre o que tem de ser, com diria o escritor. E o que tem de ser é o direito absoluto da condição humana - a felicidade.

3 comentários:

Anonymous disse...

Também eu, hoje, chorei assim como ela, no comboio sem me importar com mais nada nem ninguém. E algumas "estaçoes" sao demasiado compridas

Saudades <3

S.

Poetic GIRL disse...

É por vezes as estações parecem-nos todas tão dificeis de suportar, mas nem todas são más, temos é que passar pelas más para chegar às boas... bjs

pierot disse...

A minha ultima experiencia com raparigas a chorar no metro foi tao traumática e tão épica.

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