quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Tu, tu, tu e tu

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Sempre fui adepta do tratamento por tu. Salvo raríssimas excepções trato toda a gente por tu. E custa-me um pouco perceber quem não o faz. Até posso compreender que se trate os pais, avós e tios, mas casais, namorados, filhos, irmãos, amigos? Para mim, o "tu" é uma forma de intimidade, de proximidade, carinho, amizade, daí que o utilize com a maior parte das pessoas que me são queridas. Da mesma forma, gosto que me tratem por tu. Gosto da proximidade que só o tu permite. Ainda hoje estava a falar com os meus colegas de faculdade e reparei que alguns tratavam por você um deles, só porque tem os seus vinte e tais anos e um licenciatura a mais, suponho.
É tão melhor ouvir um "gosto de ti" do que um "gosto de você". Já para não falar das zangas e momentos íntimos, que se tornam estupidamente patéticos com o você lá metido. «Olhe Afonso, você não me devia ter traído com essa Marlene das madeixas de arruaceira». Há pessoas que podem achar que fica bem e dá bom ar, mas para mim dá a impressão exactamente oposta.

2 comentários:

Joana M. disse...

eu acho que TE conheço. a ti.

Ivan Mota disse...

Sem dúvida. Sou adepto do TU há algum tempo. Tudo seria mais simples com um TU.

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