segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Filmes de amor - recapitulação

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No passado escrevi muito sobre o amor. Pensamentos e verdades tidas como absolutas, na realidade, não o eram. Mas há um texto que para mim é eterno. O meu conceito de amor, ou dos filmes de amor na vida real, é aquele. Houve uma fase que tinha medo do amor. Da entrega. Até que um dia deixei ficar a porta entreaberta e ele entrou sem bater. Se tive medo? Tive, foi assustador. Mas era um destes, como eu tenho, que eu queria. Que marcasse a minha vida. Que morresse e renascesse uma e outra vez. Que deixasse marcas e cicatrizes. Um daqueles maior que nós. Um daqueles que não se consiga esquecer. Que desse segurança, protecção e conforto, sem grandes mistérios. Que apesar das tempestades permanecesse igual, ou maior.
Como disse em tempos, um filme de amor em que as personagens se aceitam com o pacote completo. Nada mais.

2 comentários:

Joana M. disse...

mas então se só se fizerem bem - "Que se desejassem desesperadamente e que só se fizessem bem." - porque precisa morrer pra renascer?

V. disse...

porque em toda e qualquer relaçao há momentos bons e maus, momentos em que relação pode morrer um bocadinho mas que renasce maior, mais solida..o amor é estar junto, desejar e fazer bem, sempre :)

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