Desmesuradamente, depois do fim nada indicia um recomeço. Um homem, qualquer homem, incrivelmente lúcido e propenso à deliquescência, mas também infeliz e inconcebivelmente fantasista apega-se ao embaraço de uma forma descomunal. O objecto da sua aspiração desmerece e merece o seu apelo e apego, esteticamente ou intelectualmente de uma forma resoluta e intemporal ou mundana e transitória. Aquele objecto que solicita, que roga continuadamente o retorno. Esse que é forma num ciclo vicioso face ao gume profundo no âmago. Descontroladamente. Inverosível. Excêntrico. Displicente. Depois de um qualquer fim é a velha narrativa, sempre fica das palavras. Mas o Homem atreito, não se subtrai à jactância, à ostentação, à bazófia da palavra. Depois do fim, só um objecto fausto metido no caminho. Não existe metáfora mais reconfortante.E agora, só uma questãozinha: se nem sequer me drogo, que raio significa esta merda?
6 comentários:
LOL! oh V... eu nadei :x
Estou a tentar descodificar. Até agora, descobri ideias muito profundas. =P
Gosto imenso deste blog.*
Só me apeteceu rir V. Só me apeteceu rir xD
Mas se queres que te diga, não cheguei a perceber o texto.
Acho que é preciso um dicionário bastante completo.
Bolas, alocinogenia! Há aí muito código, vou tratar de descodificar isto, agora e já!
Gostei... Continua com o teu blog!
:)
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