
Há pessoas estranhas e pessoas estranhas! Há aquelas boa onda, com o seu quê de mistério que lhes acenta que nem uma luva. Contudo, há aquelas pessoas que à partida parecem seres normais, mas que depois são demasiado esquisitos, incompreensíveis. Não falo de estranhos do tipo excêntrico (poetas, actores, solitários, vagabundos, loucos...). Não falo de estranhos do tipo doidos varridos, mas saudáveis. Não falo de raças, cores, bonitos, feios, gordos ou magros. Falo de pessoas dramáticas, mesquinhas, mal-intencionadas, desiquilibradas, com a mania da perseguição, maníacas, oportunistas. Os loucos que são apelidados como estranhos acreditam fatalmente nas suas realidades, agora quem tem uma mente (aparentemente) sã, devia comportar-se como tal. Falo dos que pensam ter o rei na barriga, dos que tentam agradar a toda a gente, dos que se acham o centro do Universo. Wake up strange people! Eu sou o centro do Universo, logo vocês não o podem ser.
E pronto, era apenas isto que eu tinha a declarar.
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