
Concluo que um ano não é nada, passa a correr. Foi muito bem vivido, repleto de momentos inesquecíveis e de felicidade genuína, mas com sabor a pouco. Quero mais, muito mais. Não é fácil chegar até aqui com esta segurança que hoje sinto. Lembrando de novo o poeta, talvez não seja imortal, mas é, com toda a certeza, infinito enquanto durar. Somos só nós. Só nós é que sabemos. O resto e os restantes são paisagem.
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