sábado, 17 de janeiro de 2009

Religião não se discute

Jornalista: Na sua opinião, uma mulher agredida pelo marido deve manter o casamento ou divorciar-se?
LG: Depende do grau da agressão.
Jornalista: O que é isso do grau da agressão?
LG: Há o indivíduo que bate na mulher todas as semanas e há o indivíduo que dá um soco na mulher de três em três anos.
Jornalista: Então reformulo a questão: agressões pontuais justificam um divórcio?
LG: Eu, pelo menos, se estivesse na parte da mulher que tivesse um marido que a amava verdadeiramente no resto do tempo, achava que não.
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Luciano Guerra, Reitor do Santuário de Fátima; entrevista ao DN, 6.10.2007
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Ah! Agora sim, está tudo explicado: se for cristão pode tudo.

2 comentários:

Anonymous disse...

Deixo-te aqui um post que já tem algum tempo, no blogue "O Insurgente". Uma senhora chamada Patrícia Lança refere que a SIDA só afecta alguns e que os preservativos são publicidade enganosa. É de realçar que é católica, mas a típica católica: conservadora, céptica quanto à ciência e com alergia dos que são diferentes na orientação sexual. Desafio-te a escreveres sobre este assunto.

Aqui vai o link:

http://oinsurgente.org/2008/06/15/orgulho-gay-e-o-fim-de-uma-mitologia/

Continua a escrever.

U disse...

Só por ser cristão é mais que os outros? Não concordo. E agressão é das piores coisas que pode haver num casamento, nem era suposto haver um simples toque!

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