
Há uns dia li um artigo algures, sobre um estudo realizado no Reino Unido, acerca de filmes de amor. O dito cujo dizia que os filmes românticos fazem mal aos casais. Porquê? Porque é tudo sempre um mar de rosas, o destino junta sempre os casais apaixonados no final. Há sempre almas-gémeas idealizadas, felizes, até-que-a-morte-as-separe. Isto acontece, sim, mas apenas neste género de filmes. O pessoal fica iludido com o que assiste no grande ou no pequeno ecrã e confrontando posteriormente com a realidade pura e dura vê que o filme é um tanto ou quanto diferente. Começando a olhar para o umbiguinho tudo muda. Percebe-se que realmente a coisa não é bem assim. Depois do felizes para sempre vêm as pequenas grandes coisas da vida a sério que não aparecem nos filmes e que podem destruir todas as fantasias geradas inicialmente. Ora, é sabido que os labirintos do amor e da solidão estão intimamente ligados e, assim sendo, a nossa verdade fica um pouco aquém do que seria desejável, das expectativas.
Conclusão, o espírito crítico não anda lá muito perspicaz por terras de sua magestade e quissá por terras de Camões e pelo resto das sociedades adeptas deste género cinematográfico, também. Todos sabem que um relacionamento não pode ser perfeito, que é uma ideia totalmente irreal mas, ainda assim, insistimos em fazer comparações. Tudo a amar loucamente sem fazer comparaçoes absurdas mazé.
Falando em estranhezas, está aqui uma teoria à partida estranha, mas que faz todo o sentido de ser.
Conclusão, o espírito crítico não anda lá muito perspicaz por terras de sua magestade e quissá por terras de Camões e pelo resto das sociedades adeptas deste género cinematográfico, também. Todos sabem que um relacionamento não pode ser perfeito, que é uma ideia totalmente irreal mas, ainda assim, insistimos em fazer comparações. Tudo a amar loucamente sem fazer comparaçoes absurdas mazé.
Falando em estranhezas, está aqui uma teoria à partida estranha, mas que faz todo o sentido de ser.
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