
|Gisele Bundchen by Patrick Demarchelier for Vogue US (April 2010)|
As nossas mães são sempre as melhores do mundo inteiro. A minha não é excepção. Dou-lhe o maior valor, porque sei que sem ela a vida seria muito mais complicada. É tão frágil, quanto lutadora. É sorridente, bem-disposta, sociável e simpática. Somos muito parecidas e se calhar, por essa razão, discutimos muitas vezes. Discussões que acabam sempre com um abraço apertado dois minutos depois.
Nem sempre compreendemos os nossos pais. Na adolescência, sobretudo, achamos que já sabemos tudo e que os seus conselhos e até repreensões são sempre ataques à nossa pessoa. Felizmente sempre fui capaz de perceber que tudo o que a minha disse e fez era apenas e só, porque queria o melhor para mim. Nem sempre concordamos, muitas vezes achei que estava a exagerar. Sempre quis proteger-me. Por ser a sua única filha, por ter passado por muito para que eu pudesse nascer, a minha mãe vive a vida dela em função da minha. Eu sou a pessoa mais importante na vida dela e vejo como ela se enche de orgulho quando fala de mim.
Deus, o Universo, ou o que quer que seja, deu-me os melhores pais do mundo. Deu-me a mãe mais maravilhosa que possam imaginar. Não é perfeita, mas eu gosto dela assim: humana e imperfeita. Mais humana que imperfeita. Tive uma noite difícil. Quando cheguei a casa de manhã, cá estava ela de sorriso na cara, pronta para cuidar de mim. Tenho e terei muitos amores na minha vida, mas ela será sempre o amor mais puro e inevitável. Por tudo.
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